Em 2 de dezembro de 2015, Palmeiras e Santos promoveram uma gigante decisão na Copa do Brasil. A disputa de pênaltis no Allianz Parque foi decorrência de um equilíbrio que tornou aquela final gigante e inesquecível.
Há um mês de se completar 10 anos desta partida, as duas equipes se encontraram novamente na arena palmeirense. Mas desta vez a palavra “equilíbrio” ficou bem longe do gramado sintético.
O Palmeiras dominou o Santos de uma forma contundente. Não parecia se tratar de um clássico. O alviverde finalizou quatro vezes mais que o seu adversário. Como disse o Fernando Prass durante a transmissão do jogo, Gabriel Brazão não ganhou o prêmio de melhor em campo, pois Vitor Roque fez os dois gols da partida. Mas o goleiro do Peixe merecia, e muito!!!
Se por um lado o Verdão evoluiu demais nos últimos 10 anos, com profissionalismo e entendimento de seu gigantismo. Por outro, a equipe de Vila Belmiro involuiu de forma considerável e hoje, ao invés de disputar algum título, desta vez lutar para não retornar para a “segunda dos infernos”.
O Palmeiras segue em seu modo “competitivo”, sem desistir, sem cansar, pensando exclusivamente no próximo adversário. Manter a vantagem não será fácil. Encarar o Mirassol, fora de casa, virou uma tarefa complicada. Mas se tem algo que aprendemos sobre este grupo comandado por Abel Ferreira é que não dá para duvidar de um possível resultado positivo.
O Santos segue o seu calvário. Enfrenta o Flamengo, o Mirassol e o Palmeiras (em partida atrasada), fora o Cruzeiro na última rodada. A necessidade de um milagre tem que virar lema na Baixada Santista. Uma segunda queda, em um time que já não tem grandes vantagens financeiras em decorrência de uma sequência de horríveis administrações, pode virar algo irreversível.
10 anos depois, a distância entre os dois rivais já está na casa dos “anos luz”.
Até a próxima, Produção!!!



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