Segundo os dados do site Sofascore, o Palmeiras finalizou 22 vezes durante o jogo e o Corinthians apenas três. Mas este “apenas” vai para o espaço quando uma simples finalização consegue ser mais simples do que todas as outras 24 que ocorreram durante o jogo.
Aliás, antes da simplicidade de Yuri Alberto para balançar as redes de Weverton, existe a “invenção” de Richard Rios que ao dar um passe mais sofisticado acabou iniciando um contra-ataque mortal. Yuri foi inteligente, jogou para o lado em que Micael conta com a maior dificuldade para marcar e bateu bonito o único gol da partida de ida da final do Paulistão.
Apesar de não ter feito um jogo ruim (aliás, longe disso), o Palmeiras vai para a Neo Química Arena precisando mais do que um bom jogo, vai precisar do “jogo perfeito”. Superar o “hospício corintiano” nunca é fácil, mas com desvantagem no placar fica ainda pior.
Serão 11 longos dias até a partida decisiva. Tempo suficiente para que muita coisa mude. De um lado a ansiedade pelo título que não aparece há quase seis anos. Do outro lado a chance de fazer história no cenário do futebol paulista.
Não arrisco um resultado, o confronto ainda está aberto. Mas para quem é corintiano, o domingo termina muito mais esperançoso do que para quem torce para o time que leva a cor da esperança.
Até a próxima, Produção!!!



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