O lugar em que não teve festa recebeu o jogo que adiou a festa.
O vazio estádio Governador Magalhães Pinto, vulgo Mineirão, ficou ridiculamente vazio para Cruzeiro e Palmeiras. Sem torcida por causa de briga de “torcidas”, o território cruzeirense viu um alviverde buscando um gol a todo o custo para adiar uma festa inadiável.
Enquanto o Palmeiras se manteve como um mais do mesmo em Belo Horizonte, o time da Estrela Solitária conseguia brilhar no Gigante da Beira-Rio, vencendo o Internacional e ficando com as duas mãos na taça por mais de uma hora, até a virada palmeirense.
Para uma equipe que festejou há cinco dias uma Libertadores, esperar mais quatro dias para celebrar o Brasileirão não fará diferença, pois já espera há 10.580 dias que seu nome seja associado a mais um título nacional.
Se a festa foi adiada para acontecer no Rio de Janeiro, outra festa rolou em Itaquera.
Se neste mesmo blog, em 31 de outubro eu colocava de forma direta que o Corinthians tinha ficado de fora da Sul-Americana, e por consequência, fora da Libertadores e da Copa do Brasil, fora a briga contra o rebaixamento. 34 dias depois eu tenho que “jogar o texto fora”.
A evolução corintiana no Brasileirão transformou um possível rebaixado para a Série B em uma equipe classificada para a Pré-Libertadores e a Copa do Brasil.
Mesmo com sua sombria novela política, em que sujos falam do mal lavado, o Corinthians evoluiu taticamente e tecnicamente, viu Memphis Depay liderar o time e a torcida. E agora vai para Porto Alegre, para o confronto contra o Grêmio, com a maior tranquilidade possível.
Dia 8 de dezembro é logo ali. O Brasileirão vai terminar e vamos nos preparar para a maratona de futebol de 2025. Mas isso é papo para outro momento.
Até a próxima, Produção!!!



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