Se na última quinta-feira (31/10), a derrota para o Racing, na Copa Sul-Americana, fez o Corinthians perceber que a temporada 2025 será curta por não ter a Copa do Brasil. Quatro dias depois, o time viu uma rodada mágica acontecer no Brasileirão e terminar com uma vitória na raça contra o Palmeiras. Se pelo lado da fiel o clima é de alívio, no lado palmeirense o clima é de um quase “já era”.
O jogo em si foi de um amplo domínio pelos lados do alviverde de Palestra Itália, como diria o saudoso Luciano do Valle. Criou uma série de chances, sufocou a defesa corintiana como pode e como quis, das mais diversas maneiras e dos mais diversos aspectos.
Porém, a partida mostrou que mesmo levando o sufoco, os donos da casa tinham concentração de sobra e “souberam sofrer”, como diz o treinador Tite. A concentração que sobrava de um lado, faltou do outro. O primeiro gol corintiano nasce de uma falha defensiva de Caio Paulista, que tentou um golpe de capoeira para tirar uma simples bola na área e acabou ajudando na formatação do primeiro gol.
O segundo, e decisivo, gol do Corinthians nasce de uma desatenção de Richard Rios e outra de Weverton. Ambos falharam e possibilitaram aos donos da casa passarem mais 20 e tantos minutos cozinhando o galo para garantir os três sonhados pontos.
O Corinthians abre quatro pontos do Athletico-PR (primeiro na zona de rebaixamento e pedindo para cair) e agora vê a possibilidade de queda para a Série B se transformar em uma chance real de vaga na Copa Sul-Americana e assim, garantir mais um torneio para o próximo ano.
No caso do Palmeiras, é torcer para o seu “brother”, Vasco, vencer o clássico contra o Botafogo para manter a distância em três pontos, o que ainda possibilitaria uma briga pelo título. Mas pelo andar da carruagem, só não se diz “Feliz 2025” para o Verdão, pois já aprendemos que não dá para duvidar de Abel Ferreira.
Até a próxima, Produção!!!



Deixe um comentário