“Lutar, lutar, lutar / Pelos gramados do mundo pra vencer / Clube Atlético Mineiro / Uma vez até morrer”. Composto há 57 anos por Vicente Motta, o hino do Galo é o melhor resumo da noite desta terça-feira (29/10). Um empate sem gols em que a defesa atleticana montou um muro e eliminou o forte River Plate. Assim, garantiu o retorno ao Monumental de Nuñes no dia 30 de novembro.
O sistema defensivo do Galo conseguiu suportar todas as tentativas do River. Independente se era uma bola parada, um cruzamento, um chute de curta, média ou longa distância. Um muro foi colocado em cada gol e garantiu que a bela vitória no jogo de ida, em Belo Horizonte, fosse o suficiente.
O time ainda teve chances de matar o confronto com um belo chute de Gustavo Scarpa, que quase marcou um golaço digno de um finalista. Um elenco que mostrou não só sua força, mas também teve mentalidade forte para não entrar em provocações e seguir em frente.
Gabriel Milito demorou, mas encontrou uma forma de fazer com que um elenco de estrelas conseguisse reviver seus grandes momentos em torneios eliminatórios. Com um futebol eficiente e simples, coloca o Atlético-MG em uma final de Libertadores após 11 anos.
Se em 2013 o “Eu acredito” foi entoado sem parar em cada jogo, claramente ele estava tatuado nos corações dos atletas e de toda sua comissão.
Caso não haja uma pipocada continental, em um mês teremos uma festa brasileira em Buenos Aires. De um lado o valente Atlético-MG e do outro o forte Botafogo.
Que seja um lindo confronto, digno de um Monumental!!!
Até a Próxima, Produção!!!



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