Sim, começou mais um Brasileirão. Até dezembro, muito para se debater nestes 380 jogos que vão definir o final de ano e a temporada 2025 de muita gente. Na primeira rodada foram 10 jogos e 28 gols. Uma boa média de 2,8 gols por partida. O Furacão larga na frente e junto com o Fortaleza são os grandes destaques positivos da rodada. São Paulo e Botafogo causam preocupação, assim como o VAR.
Vamos começar pela parte boa. O Athletico Paranaense começou bem. Enfrentou o Cuiabá, em casa, venceu por 4 a 0. Claro que o Cuiabá está abaixo do Furacão, mas não adianta ser mais forte no papel, tem que comprovar dentro de campo.
Outro destaque foi o Fortaleza. Venceu o São Paulo em pleno Morumbis, por 2 a 1. Não foi um jogo maravilhoso por parte do Tricolor do Pici, mas foi o suficiente para manter o respeito conquistado nos últimos anos. E também serviu para mostrar ao São Paulo que é preciso avançar muito para chegar longe. Em um campeonato de pontos corridos, a raça só vai servir em raros momentos.
Algo também a se destacar é a regra para substituições em casos de concussão. Em diversos casos foi necessário. O exemplo mais claro foi do Kannemann, do Grêmio. Basicamente desmaiou em campo e não tinha condições de seguir no jogo contra o Vasco.
Aliás, esse jogo marcou a primeira vez que um árbitro falou para todos no estádio sobre sua decisão após o chamado do VAR. Uma pena que isso não foi uma constante em outros estádios.
Ainda sobre o Assistente de Vídeo. Que pênalti foi esse marcado para o Flamengo no final do jogo. Apesar do braço do defensor ter sobrado, não foi o suficiente para uma falta, nem mesmo se fosse no meio de campo.
Mas para não dizer que a arbitragem só fez bobagem. Boa arbitragem de Bráulio da Silva Machado em Vitória e Palmeiras. Deixou o jogo correr, sem ficar marcando qualquer coisa e isso foi bom para o espetáculo.
O Botafogo precisa evoluir muito para fazer algo parecido com o que fez em 2023. Não é um elenco ruim, mas parece que está traumatizado até agora com o que aconteceu no ano passado.
Por fim, falamos tanto de gramado no ano passado. Se era melhor natural e sintético. Mas o debate deveria abordar a qualidade. Gramados ruins no Serra Dourada e no Barradão. No tapete goiano, uma verdadeira vergonha. Não dá para admitir que jogos sejam disputados nestas condições.
Agora é ficar de olho no meio de semana para o capítulo dois de mais uma temporada do Brasileirão.



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