Sim, tenho minhas lembranças do Zagallo como técnico do Flamengo e da Portuguesa. Mas sinceramente não consigo associar sua imagem e seu nome a outra coisa que não seja a seleção brasileira. Se existe alguém que tatuou a “amarelinha” em seu corpo foi o “Velho Lobo”, que nos deixa aos 92 anos.
Campeão do mundo em 1958 e 1962 como jogador. Campeão do mundo como técnico em 1970. Campeão do mundo como coordenador técnico em 1994.
As minhas lembranças dele é do ciclo para a Copa do Mundo de 1998, na França. É do “aviãozinho” contra a África do Sul em um amistoso em 1996. É da frase “vocês vão ter que me engolir” após a conquista da Copa América de 1997. É o amor de torcedor que fortaleceu os jogadores antes da disputa de pênaltis na Copa de 1998 contra a Holanda.

O homem que levava o número 13 na veia, na alma. Me lembro um amistoso entre Brasil e França, em 2004, para a celebração dos 100 anos da FIFA. No intervalo, Zagallo aparece com uma camisa na mão. Não era a 13, era a 20. Mas o motivo estava ligado ao seu número da sorte, pois quem usava a 20 na época era o TREZEguet.
Me lembro na Copa de 2002, quando ele era o convidado especial da Globo, quando após o penta ele mesmo bradava que tinha sido duas vezes campeão como jogador, uma vez como técnico, uma como coordenador e outra como comentarista.
Mário Jorge Lobo Zagallo foi treinar Pelé no céu e foi encontrar Dona Alcina, seu grande amor.
Muito obrigado, Zagallo!!!



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